segunda-feira, 17 de outubro de 2016

“O Estatuto do PAIGC é inegociável “diz Domingos Simões Pereira

O Presidente do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), considerou o acordo de Conacri de pondo de partida para a reconstrução da sua bancada parlamentar e oportunidade para os militantes voltarem à casa.

Domingos Simões Pereira que falava hoje num encontro com os dirigentes e militantes do partido no qual esclareceu o acordo assinado em Conacri, frisou que os estatutos do partido são inegociáveis.

Sustentou que o funcionamento de qualquer associação ou organização se baseia na disciplina e nas suas leis internas.

“Temos os estatutos do partido para cumprir e como já frisou os mesmos não são negociáveis. Temos que ser capazes de renovar os nossos compromissos com as leis vigente no PAIGC, para consciencializar a direcção superior do partido de que há um facto novo que vai permitir o início do processo de reintegração dos camaradas expulsos do partido “disse.

O líder dos libertadores disse que tudo está nas mãos dos dirigentes em causa, salientando que o partido está imbuído de um espirito de reconciliação e satisfeito porque vê-se um esforço no sentido de promover a unidade e coesão interna do partido.

Simões Pereira afirmou que foram a Conacri mandatados pelos órgãos superiores do partido e de acordo com instruções dos mesmos, vão defender só um princípio que é o PAIGC que ganhou as eleições e deve ser ele a designar o próximo Primeiro-ministro, razão pela qual e de acordo com os estatutos do partido, na impossibilidade de ser o Presidente é o primeiro vice-presidente que deve ocupar o cargo de Primeiro-ministro.

“Por isso voltamos a propor o nome de Carlos Correia para chefiar o novo Governo, mas reconhecemos que as nossas instituições da república estão bloqueadas e o país está parado e era preciso aproveitar esta oportunidade que os parceiros internacionais nos dão por isso o partido cedeu “,contou.

Para Domingos Simões Pereira, as justificações dos facilitadores nas negociações e a realidade da situação vigente no país obrigaram ao partido a aceitar a proposta de ser o primeiro magistrado da Nação a indigitar os nomes onde sairá o Primeiro-ministro que vai dirigir o destino da Guiné-Bissau até as próximas eleições legislativas de 2018.

O Presidente dos libertadores disse que nos três nomes dados pelo chefe de Estado já foi escolhido um, e, segundo ele, cabe ao Presidente da República anunciar aos guineenses quem é o escolhido.

“Nos três nomes propostos, um deles é a figura próximo do Presidente da República, o outro é uma figura independente e o terceiro, por sinal, é um dirigente do PAIGC no qual a nossa escolha recaiu. Agora o que está no acordo é que a pessoa deve ser da confiança do chefe de Estado e de consenso entre os partidos políticos representados na Assembleia Nacional Popular “, vincou.


Domingos Simões Pereira reconheceu que o país está a enfrentar uma situação difícil e que é necessário que cada um seja capaz de congregar os esforços para poder desbloqueá-lo. ANG

sábado, 15 de outubro de 2016

ACORDO PAUPÉRRIMO

Por: Carlos Sambu

Guiné-Bissau acaba de assinar mais um descrédito da sua já maculada credibilidade, bom, já que anunciou a quatro ventos que vai ao país vizinho com fito de buscar solução para crise, apesar que existe mesmo crise, os nossos políticos gostem de vender ao desbarato a má imagem do país, há muitos com problemas maiores que o nosso, se sentem internamente para buscar melhor panaceia

Bom, confirmá-se que CONAKRY continua ser uma terra madrasta para Guiné-Bissau, digo isto, porque foi lá que o PAIGC cometeu o seu primeiro crime (bárbaro assassinato de líder Abel Djassi) e agora com toda pompa e circunstância que este tão propalada negociação em terra de Sekou Toure deu num acordo com noventa e nove, vírgula nove porcento de equívocos.

Alguém deve encomendar este golpe de fantochada, só pode, porque neste último entremez do PAIGC com os 15 foi vertiginoso (só que ) os subversivos cedo declinaram o convite para suposto reconciliação, entretanto,  este direcção dos  libertadores não teve óculos para notar ou talvez foi deliberado a sua participação neste fantochada pomposamente chamada de acordo de CONAKRY,  mais parece com um tal de acordo de Abuja na guerra de sete de Junho, falando sério,  esta direção do PAIGC foi também atrás de tacho, e vive apregoando que ganhou eleição deve ele governar, porém, mostrou que vale tudo mesmo sendo lutar por humilde tachinho.

O pano de cena desse acordo paupérrimo, não há nada claro, todavia, se eles (politiqueiros) têm moral para competir, também temos ouvidos para ouvir boatos, está ser aventado que ouve muitos acordos de bastidores, substantivamente definidor, isto é: (A que era de B foi juntar com C, B mudou para A e D para B ) entenda quem quiser.

Caiu o pano, o presidente José Mário Vaz, tentou lavar as suas mãos,  para outros resolvem problema que ele próprio ajudou criar,  mais também direção do PAIGC deu-lhe auxílio, pois estridulou a sua verdadeira pretensão  (que só quer tacho) pois podiam não tomar parte neste ato presumidamente montado, porém,  este acordo de CEDEAO é visceralmente um entremez.

Agora, ninguém tem mais nada para nos explicar - foram lá para dividir tachos, numa viagem turística de três dias para um acordo trupe de feira, melhor fizeram isso no quintal de discoteca tabanca, talvez poupariam a mã imagem do país.


Que Associações de interesses, de mulheres e pelas Mulheres da Guiné-Bissau

Por, Fernando Casimiro

Que Associações de interesses, de mulheres e pelas Mulheres da Guiné-Bissau, alguma vez se interessaram pela vida, pela forma de sobrevivência da maioria das Mulheres da Guiné-Bissau e dos seus dependentes, sim, quando falamos de Mulheres da Guiné-Bissau, para quem conhece a realidade presencial, falamos sempre de uma corrente de dependência?

Que Associações de mulheres guineenses reivindicaram alguma vez a melhoria das condições de vida, ou de sobrevivência das Mulheres Guineenses, entre bideiras numa infinidade de actividades; as que se dedicam à lavoura, à pesca, ao sal, ao trabalho doméstico etc., etc., sem qualquer protecção social, sem qualquer benefício que não o sacrifício de cada dia?

Que Associações de mulheres guineenses alguma vez reivindicou a maternidade como um Direito e um Dever do Estado, bem assim, as condições do bem-estar materno-infantil para as Mulheres Guineenses e seus filhos?

Que Associações de mulheres guineenses alguma vez reivindicou Educação, mais e melhores Escolas Públicas; mais e melhores Hospitais e Centros de Saúde; mais e Melhores Cuidados de Saúde e Educação,Trabalho, Acção Social, tendo em conta o factor existencial do qual assenta a Mulher, enquanto Mãe e, como escrevi há uns anos, a principal Educadora do Universo?

Estaremos ou não a assistir a um aproveitamento, um oportunismo de intenções deliberadas, de salvaguarda de interesses pessoais e familiares de um grupo do género feminino, quiçá, constituído por mulheres, de facto, mas que, não zelam pelos Interesses das MULHERES GUINEENSES, e sim, dos grupos a que pertencem?

Como estão estruturadas essas Associações ou Movimentos, juridicamente falando?

São entidades privadas devidamente legalizadas e legitimadas para falar em nome das MULHERES GUINEENSES, quando nem as secções femininas dos partidos políticos podem falar em nome das MULHERES DO PAÍS, como um todo?

Quais são as suas Missões, Visões e Objectivos?

Só há Associações de mulheres guineenses, para reivindicar direitos e benefícios políticos de enquadramento na governação, ainda que reivindicações camufladas em nome de Interesses das Mulheres da Guiné-Bissau?

Apresentem-me reivindicações, com datas, do que as ditas Associações ou Movimentos de mulheres guineenses têm feito, em prol dos Interesses das MULHERES GUINEENSES e, por arrasto, das CRIANÇAS GUINEENSES.

Provem-me que o que move estas ditas Associações e Movimentos de "mulheres" guineenses não é a satisfação dos interesses de um núcleo de mulheres, mas de todas as Mulheres Guineenses!

Com tantas MULHERES a morrerem por problemas que simples programas de sensibilização ajudariam a evitar, onde estão as Associações e Movimentos de mulheres guineenses?

Essas Associações e Movimentos, só se dedicam a questões políticas e quando há crises políticas e em função dos seus interesses, conveniências, face ao desenrolar das crises?

É fácil reivindicar em nome de quem não tem voz e usufruir dos benefícios dessas reivindicações, sobretudo, quando nem sequer vemos membros das ditas Associações ou Movimentos de mulheres, misturadas com as MULHERES GUINEENSES, que, na sua maioria, não trabalha em gabinetes, mas nas feiras, nas ruas, no campo, nas bolanhas etc., etc., e cujos filhos não sabem o que é uma Escola digna do termo.

BASTA, BASTA de tanta HIPOCRISIA!

Desculpem, ter quebrado a promessa, mas não resisti, pois a abordagem não assenta na crise política propriamente dita, ainda que abranja sua envolvência.


Positiva e construtivamente.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Não imiscuir nos assuntos internos do estado da Guiné-Bissau!?

Por, Filomeno Pina

DEIXOU DE FAZER SENTIDO, HOJE, i. é, qualquer tentativa de impedirmos, que outros (estrangeiros) venham meter o nariz dentro de portas, para influenciar directamente o nosso Pais através dos lideres políticos de sempre, nesta crise que se arrasta (parece que gostamos de ser mandados) por tempo indeterminado…

As nossas vidas, projectos e intenções, vão perdendo liberdade de pensamento e de acção entre líderes políticos Guineenses e outros, tudo isto, porque até já somos nós próprios, a caminhar de joelhos, com malas e bagagens, rumamos numa procissão de velas, em busca de “patrões” de ideias “novas”, mas, sem novidade nenhuma!
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Acredito que no regresso à Casa, trazem ideias que muitas vezes rejeitaram ou fingiram não ouvir dos seus próprios conterrâneos, pois elas estão na mente destes políticos e, regressam como sendo “novas”, penso.
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Única e simplesmente, temos preferido ver chover no molhado, as repetições continuam, sempre a mesma coisa, porque temos complexo de aceitação de ideias da nossa “prata da Casa”, Guineenses como nós, o que é lamentável…
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Parecendo, que queremos ouvir vozes estranhas ou de estrangeiros, pronunciarem em tons diferentes as nossas próprias ideias, porque depressa acatamos tudo como ordens vindas do exterior e noutra língua, parecendo ideias de um anónimo.

Não deixa de ser um fenómeno interessante a registarmos, porque na verdade ficou tudo dito ou quase tudo, aqui no País! A questão é, perdermos este complexo invejoso de lutas perversas pelo poder, acreditar que somos capazes, escolher as melhores ideias entre Guineenses, para juntos levantarmos o País do chão, só.
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Continuamos a ser amigos dos nossos amigos ou aliados políticos e económico, mas, aprendamos de uma vez por todas, que “roupa suja lava-se em casa”!
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Porque lá fora, têm sempre um custo acrescido, e lembrai-vos Camaradas, eles ficam com imagem de fracasso do Estado da Guiné-Bissau, pois anotam todos os pontos frágeis (amigos-amigos, negócios aparte), PENSE NISTO!
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… que Deus abençoe a Guiné-Bissau, eternamente…
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Djarama. Filomeno Pina.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Os guineenses exigem melhoria de estradas do país

Os condutores e os proprietários dos transportes públicos da cidade de Bissau, que fazem ligação na estrada de zonas de Quelelé e Chapa de Bissau - Pessak, acusam o Fundo de Conservação Rodoviário de roubo devido ao estado de inocência e passividade das pessoas

As causações vêm na sequência das péssimas situações em que se encontram as estradas daquela zona que por outro lado prejudica os transportes que fazem ligação nestas zonas.

Entretanto, esta quinta-feira, entrevistado pela Radio sol Mansi, durante uma ronda, um dos condutores e proprietário de um dos transportes que faz careira na estrada de Quelelé, que por conseguinte dignou em falar em nome dos colegas, lamenta esta situação e exige a responsabilidade das autoridades no sentido de garantirem uma boa estrada para uma circulação condigna dos transportes.

Recentemente o ministro das abras publica pediu a compreensão da população pela forma como as obras de manutenção das estradas estão parados neste período.

Na mesma linha a Radio Sol Mansi percorreu a estrada que liga Chapa de Bissau - Pessak e constatou que as dificuldades de acesso são enormes apesar de estar em curso obra de reabilitação a população contesta exigindo um trabalho de raiz para colmatar a situação porque não é a primeira vez que a via foi reabilitada.

As acusações e exigências por parte da população e proprietários de transportes públicos foram ouvidas numa altura em que o antigo Director-Executivo do Fundo de conservação Rodoviário, Marciano Mendes, demitido esta semana, acusa o ministro das Obras Públicas, Construção e Urbanismo de esbanjamento de forma arbitrária e irresponsável do dinheiro dos contribuintes da rede rodoviária.


Marciano Mendes qualifica de “escândalo do ano” as obras de manutenção da Avenida Amílcar Cabral, e que custou ao Estado guineense mais de 43 milhões de francos CFA, quando, segundo ele, em 2014, as obras de manutenção desta mesma via, custaram pouco mais de seis milhões de francos FCA e em 2015 era um pouco mais de quatro milhões francos FCA. Com a RSM

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Ex. Director acusa ministro das Obras Pública de “esbanjamento” de dinheiro dos contribuintes da rede rodoviária

O ex- Director Executivo do Fundo Rodoviário acusou o ministro de Obras Públicas, Construção e Urbanismo de “esbanjamento de forma arbitrária e irresponsável o dinheiro dos contribuintes da rede rodoviária”.

Marciano Mendes falava quarta-feira aos jornalistas em jeito de reação as acusações apresentadas ao Conselho de Ministros, pelo ministro das Obras Públicas, Malam Bajai, segundo as quais terão ocorridos “graves irregularidades na Administração do Fundo Rodoviário, inclusive a desobediência à tutela pelo Conselho de Administração do Fundo”.

O ex-Director do Fundo Rodoviário qualificou de “autêntica desinformação” e de tentativa de denegrir a sua imagem, reputação, honra e dignidade as acusações do ministro Banjai, por isso, desafia o ministro a apresentar tais irregularidades publicamente ou através de um relatório ao Conselho de Ministros e ao Ministério Público.

“ É bom saber que em menos de 90 dias ou seja três meses, o ministro das Obras Públicas Malam Banjai autorizou o pagamento, de forma escandalosa, de mais de 365 milhões de francos CFA (55.000 Euros) para as obras de manutenção de vias rodoviárias, sem concurso público, conforme manda a lei, mas sim por uma adjudicação directa de algumas empresas de sua confiança, deixando de fora um conjunto de empresas que tinham ganho concurso público para a manutenção das estradas”, informou Marciano Mendes.

Qualificou de “escândalo do ano” as obras de manutenção da Avenida Amílcar Cabral, e que custou ao Estado guineense mais de 43 milhões de francos CFA, quando, segundo ele, em 2014, as obras de manutenção desta mesma via, custaram pouco mais de seis milhões de francos FCA e em 2015 era um pouco mais de quatro milhões francos FCA.

Acrescentou que nas vésperas da festa muçulmana de Tabaski, o ministro ordenou o pagamento de uma das facturas dessa obra em mais de 12 milhões de cfa , sem a assinatura do fiscal da obra.

O ex-Director do Fundo Rodoviário informou que, por razões do aumento significativo do montante da obra em causa, o conselho de Administração do Fundo Rodoviário convocou o Diretor-geral das Infraestruturas e Transportes para justificar os motivos do disparo no orçamento da obra de manutenção da Avenida Amílcar Cabral, de seis milhões para mais de 43 milhões de francos CFA.

“Em consequência disso, o ministro Malam Banjai entendeu que o Conselho de Administração do Fundo Rodoviário está à desafia-lo, incluindo o seu Director Executivo”, explicou.

Marciano Mendes acusou ainda o ministro das Obras Publicas, Construção e Urbanismo de retirar obras de manutenção de várias vias do interior do país às empresas que tinham ganho concursos para o efeito, nomeadamente o troço que liga TANTA-Cossé/Cambadjú orçados em mais de 68 milhões de francos, que deveriam ser executadas pela empresa Gcos&Filhos Sarl, tendo passado essa obra a empresa SCOESTRADAS, doando mais dinheiro a referida empresa no valor de mais 20 milhões de francos.

O ex-Director do Fundo Rodoviário disse que para melhor triunfar com as suas estratégias de “afundar” a instituição, o governante decidiu criar uma Comissão de Avaliação do Fundo, composta pelo pessoal do seu Gabinete privado, denominado de GETEC´s, como pretextos para afastar o Diretor Executivo Executivo das suas funções.


“A referida Comissão mal começou o trabalho, o ministro Malam Banjai, autorizou o pagamento de mais de dois milhões e meio de francos cfa, através dos habituais despachos”, explicou.

Chegou a Hora de disseminar o futuro para todos

Boa tarde a todos,

Em primeiro lugar, quero em meu nome e em nome da LISTA H endereçar as nossas palavras de grande apreço e de amizade que nos une ao Sr. Alcides e aos funcionários desta casa pela amabilidade que tiveram em conceder-nos este belíssimo espaço.

Em segundo lugar, quero agradecer os grupos:
FBMJ,
MAXPOSS,
BALOBEROS
Samurayner
Xangai
Nex Distiny
Dj Midana
Rádio Bantaba de Djumbai e
Grupo de modelos, em especial a Nónó moda pelo seu trabalho e a todos aqui presentes por terem aceite o nosso convite.

Caros amigos e colegas estudantes; senhoras e senhores, a vossa presença aqui hoje //comprova o quanto valorizaram// este projecto de todos nós.

Permitam-me que vos diga que esta vossa presença aqui hoje, vem dar à LISTA H alma para existir//, pernas para andar// voz para fazer ouvir os seus clamores e mãos para trabalhar e edificar a dignidade dos estudantes guineenses em Portugal, particularmente aqui em Lisboa. /// Estamos cientes das dificuldades com que se debatem os nossos colegas e dos desafios que o futuro nos reserva, na concretização do nosso projecto. Mas se isso não fosse, não haveria a razão da nossa candidatura aos órgãos sociais da AEGBL. Quero com isto dizer que a Lista H está, MEUS CAROS, de mangas arregaçadas para fazer face à qualquer obstáculos que possa vir a aparecer, de modo a cumprir o prometido.

Colegas estudantes, estamos aqui hoje para vos reafirmar que “CHEGOU A HORA, CHEGOU A HORA de acreditar que vale a pena a Lista H, pois juntos reconstruiremos a nossa AEGBL, para que os estudantes guineenses se sintam em casa.

Queridos irmãos permitam-me mais uma vez que vos diga que, só os inscientes é que podem crer que não lutaremos em prol do bem-estar dos estudantes guineenses. Se há coisa mais certa e provável para a Lista H é a honestidade e a transparência. Aliás, são os princípios fundamentais que nos orientam e orientarão toda a nossa actuação no exercício das nossas funções, caso formos eleitos. Pelo que vos garanto que se este nosso desejo se tornar realidade, mostrar-vos-emos que é asneira acreditar que a AEGBL deve ser dirigida à base da amizade, como sempre tem sido prática e que se pretende que assim seja, pelo menos nos próximos 2 anos.

Asseguramos sem dúvida que a justiça entre os alunos será alvo privilegiado da nossa linha de acção. Daí que aparecem pessoas com as nódoas dos velhos truques afigurando-se de bons líderes cheios de competências e autoridade moral para dirigir mais 2 anos a AEGBL.

Caros colegas estudantes, se formos eleitos, faremos na medida dos possíveis para que se sintam uma verdadeira Associação de Estudantes Guineenses em Lisboa. Pois não permitiremos de modo nenhum que nenhum estudante abandone os estudos por motivos financeiros ou de outra natureza e muito menos passem a fome.

Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que os recursos da AEGBL se esgotem.

Que Deus vos abençoe e a todos aqueles que por motivos desconhecidos não puderam estar aqui

Viva, Estudantes guineenses, viva a AEGBL, viva a Lista H

Obrigado pela vossa atenção e paciência

Chegou a Hora.

Discurso do Elton Infanda na tomada de posse