«... Jurei a mim mesmo que tenho que dar toda a minha vida, toda a minha energia, toda a minha coragem, toda a capacidade que posso ter como homem até ao dia em que morrer, ao serviço do meu povo, na Guiné e Cabo Verde. Ao serviço da causa da humanidade, para dar a minha contribuição, na medida de possível, para a vida do homem se tornar melhor no mundo. Este é que é o meu trabalho»- Amílcar Lopes Cabral
José Mário Vaz, é manjaco e Presidente da
Republica, que mais afundou o País para o pior como nunca antes visto na nossa história.
O PRS tem como o seu Secretario Geral um manjaco.
Nunca o PRS esteve tão negociante incapacitante, amarrado às negociatas sem
escrúpulos dirigido pelo Secretario geral do Partido, Florentino Mendes Pereira.
O Povo é mesmo burro! Mesmo Burro... Agora
ninguém fala em manjacanização de José Mário Vaz do PAIGC e Florentino Mendes
Pereira do PRS, ninguém insulta etnia Manjaka. O que eu acho muito correcto!
Já as FARP’s, que era dos Balantas por isso
logo no início o José Mário Vaz, queria as quotas étnicas, passou a ser
republicano, num espaço de tempo ao menos de um ano…
O povo é mesmo burro pá...quer dizer na
distancia de um ano as FARP’s já passaram a ser Republicanos, a etnia balanta já
não é problema. A tribalização já deixou de existir...o falso eixo do mal virou
para eixo de bem, o falso eixo do bem para eixo do mal. Justo!
Ah! Já sei para os guineenses, ditos de
Praça, há etnias de elite e as outras de bantabá ou então porque o José Mário
Vaz pertencia ao Rotary Club de Bissau, onde tudo é elaborado para PAIGC e as
ditas sociedade civil, por isso estamos onde estamos.
Onde esta a Justiça e igualdade de tratamento
dos mosaicos étnicos?
O mesmo Povo na rua hoje, a pedir Justiça na
rua, onde aparentemente é proibido de chamar o nome étnico, de tribalização,
mas se ouve se unicamente o José Mário Vaz ou JOMAV...que bonito! Mesmo bonito…Mas
nos outros tempos, o povo usou outros termos na presidência do Dr. Kumba Yala.
O povo
embarcou na jogada política, insultou uma etnia inteira por longos tempos por
arrastão de alguns políticos. Isto custou ao povo guineense, ao ponto de fazer
pior colha da história democrática do país.
Os insultos, discriminação étnica, podia ter
custos irreparáveis se essa etnia fosse realmente correspondida aos nomes que
lhe foi apelidado, Mas como Deus as vezes dá com a mão esquerda e recebe com a
direita, nos infelizmente ficamos a pensar que ele dá sempre com a mão direita.
Um dia, o povo guineense há-de fazer justiça,
mas aquela verdadeira, vamos chegar lá.
Para um bom entendedor meia palavra basta!!! // James Wilbonh Flora