quinta-feira, 17 de novembro de 2016

PRS acusa PAIGC de tentativa de aliciar militares para subverter a ordem constitucional

O Partido da Renovação Social (PRS), acusou quarta-feira o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) de tentativa de aliciar os militares para subverterem a ordem constitucional.

Em comunicado lido à imprensa pelo porta-voz dos renovadores, Victor Pereira, o PRS responsabiliza o PAIGC de eventual consequência resultante da crise política.

O PRS na nota, acusou ainda o PAIGC de não aceitar outro nome a não ser o de Augusto Olivais para liderar o futuro executivo de inclusão, pondo assim em causa o Acordo de Conacri.

No comunicado, o PRS reafirma que “não houve consenso em Conacri, sobre a nomeação do Augusto Olivais para liderar o futuro governo, tal como disse a Presidente em Exercício da Conferência de Chefes de Estado da CEDEAO”.

Os renovadores acusaram ainda o PAIGC de provocar greves e marchas organizados através de movimentos da sociedade civil, financiados pelos fundos desviados no âmbito de resgate bancário e de procurar apoios de comunidade internacional através de “mentira e intriga”.


No documento, o maior partido da oposição nega existência de um acordo entre PRS, grupo dos 15 e a Presidência da República, que impede o regresso ao partido dos deputados expulsos do PAIGC


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